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Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

sábado, 19 de novembro de 2011

Musicas *-*


(...)
Ele pegou o violão sentou-se 
no banco central daquela praça movimentada, 
onde a conheceu. 
Tocou aquela música que marcou aquele amor. 
Ela o observava da janela e chorava. 
Aquele gesto mostrava o quanto ela havia errado. 
Ele era o cara certo, ela o tratou como o errado. 
Aquelas lágrimas eram de arrependimento. 
Ela queria correr até lá, abraçá-lo, beijá-lo, tê-lo de volta,
mas não se mexeu e deixou tudo como estava, 
por medo do amor
(...)

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