(...)
Ele pegou o violão sentou-se
no banco central daquela praça movimentada,
onde a conheceu.
Tocou aquela música que marcou aquele amor.
Ela o observava da janela e chorava.
Aquele gesto mostrava o quanto ela havia errado.
Ele era o cara certo, ela o tratou como o errado.
Aquelas lágrimas eram de arrependimento.
Ela queria correr até lá, abraçá-lo, beijá-lo, tê-lo de volta,
mas não se mexeu e deixou tudo como estava,
por medo do amor
(...)


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